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Após semanas de restrições, Brasil tem queda de novos casos de covid

É a primeira redução do número de infecções após seis semanas de alta; situação dos hospitais, no entanto, ainda é crítica

04/04/2021 13h51 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação Fonte: R7
Estado de São Paulo está na fase mais dura de restrições desde 15 de março - (Foto: Nelson Antoine/Estadão Conteúdo - 15.3.2021)
Estado de São Paulo está na fase mais dura de restrições desde 15 de março - (Foto: Nelson Antoine/Estadão Conteúdo - 15.3.2021)

Após seis semanas consecutivas de aumento de novos casos de covid-19, o Brasil registrou uma queda de 14,2% do número de diagnósticos (76,6 mil a menos) nos últimos sete dias, na comparação com o período anterior, segundo dados do Ministério da Saúde.

O pico de infecções até o momento foi na semana de 21 a 27 de março, com 539.903 registros. Dias antes, grandes cidades brasileiras haviam endurecido medidas para diminuir a circulação de pessoas, na tentativa de evitar a superlotação de hospitais.

No estado de São Paulo, por exemplo, todos os 645 municípios estão na fase emergencial desde 15 de março — a previsão é que o decreto dure até 11 de abril.

Medidas semelhantes foram adotadas em outras localidades, fechando comércio não essencial e proibindo atividades que envolvam aglomeração de pessoas.

Apesar da queda de novos infectados, as taxas de ocupação de leitos hospitalares destinados a pacientes com covid-19 permanece em níveis preocupantes na maior parte do país.

O último boletim do Observatório Covid-19 da Fiocruz, no dia 31 de março, mostrava que 17 estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Rondônia, Acre, Amapá) e o Distrito Federal tinham mais de 90% dos leitos de UTI ocupados.

Rio de Janeiro, Sergipe, Alagoas, Paraíba, Maranhão, Bahia e Pará tem taxas de ocupação que variam entre 84% e 88%. Amazonas e Roraima estão em situação menos crítica, com 76% e 62%, respectivamente.

Isto ocorre porque pessoas que tiveram covid-19 grave há várias semanas ainda podem estar precisando de um leito, já que a recuperação costuma ser lenta em pessoas hospitalizadas.

O número de mortes por covid-19 foi o mais alto da pandemia na semana passada: 19.643. O aumento em relação à semana anterior foi de 10,3%.

A explicação é basicamente a mesma das internações. Os pacientes que faleceram na semana passada já haviam sido contabilizados como novos casos muito antes disso.

Apesar de ser a primeira queda de novos casos desde o começo de fevereiro, especialistas reforçam que não é o momento de relaxar, principalmente os cuidados individuais, como uso de máscaras e evitar aglomerações.

A circulação do coronavírus em todo o país continua de maneira intensa, enquanto o Ministério da Saúde faz sucessivos cortes nas previsões de vacinas.

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