Mato Grosso

Eleição ao Senado em MT terá 12 candidatos; veja

Poderá participar da eleição o partido político que, até seis meses antes da data do pleito, tenha registrado seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tenha, até a data da convenção, órgão de direção constituído na circunscrição, devidamente anotado no TRE.

13/03/2020 09h54
Por: Redação
Fonte: G1
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No dia 26 de abril os eleitores vão escolher um dos 12 candidatos anunciados pelos partidos para disputar uma vaga no Senado na eleição suplementar. As convenções encerraram na noite dessa quinta-feira (12).

 

Na terça-feira (10), o Partido Democrático Trabalhista (PDT), lançou Otaviano Pivetta. O candidato já foi prefeito de Lucas do Rio Verde por dois mandatos e deputado estadual. Atualmente, ele mora na capital e é empresário dos setores da agricultura e pecuária. É a primeira vez que disputa a vaga de senador.

 

O candidato terá o apoio dos partidos Verde, PCdoB e PSB, que não anunciaram candidatos ao Senado, mas confirmaram o apoio a Pivetta. O PSB indicou durante a convenção Karyn Gomes para segunda suplente do candidato.

 

O partido Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e o partido Cidadania (antigo PPS) também fizeram convenções na terça-feira, mas não definiram candidatos.

 

O Democratas (DEM), lançou Júlio Campos, de 73 anos, como candidato na quarta-feira (11). Ele é mato-grossense e se formou em agronomia, mas atua na política desde 1964. Júlio já foi governador do estado, prefeito de Várzea Grande, deputado federal e senador. Júlio Campos terá como primeiro suplente o deputado Dilmar Dal Bosco. Já o segundo suplente ainda não foi definido.

No mesmo dia, o Patriotas lançou como candidata a Tenente Coronel Rúbia, de 44 anos, que atua na Polícia Militar do estado há 24 anos. Ela nasceu e mora em Cuiabá. Pela primeira vez, disputa a vaga ao Senado. O partido tem como primeiro suplente Victório Galli e segundo suplente o tenente Luciano Esteves, ambos do Patriota.

 

Já nessa quinta-feira (12) o PSC lançou o nome de Reinaldo Morais, como candidato ao senado. Reinaldo tem 49 anos, nasceu no Paraná, mas mora em Cuiabá há cinco anos. Formado em zootecnia, ele é mestre na área de produção animal e nutrição. O candidato é empresário do ramo de suinocultura e essa é a primeira vez disputa a vaga de senador. Reinaldo terá como primeiro suplemente Ane Borges e o segundo suplente o tenente-coronel Dias.

 

O Progressistas (Pros) lançou o nome de Gisela Simona como candidata ao Senado. Gisela é advogada e atua como superintendente do Procon em Mato Grosso. Ela já disputou as eleições de 2018 como candidata a deputada federal e obteve 50 mil votos e ficou com a primeira suplência na Câmara Federal. A candidata revelou que até os últimos segundos de decisão de seu nome foi assediada por outros grupos políticos com promessas de cargos e vice-suplência.

 

Arthur Nogueira (Rede) foi anunciado como primeiro suplente dela e o segundo suplente será delegado Cristian Cabral (Pros).

 

Simona tem como apoiador o partido Rede, que decidiu durante a convenção que não terá candidato ao Senado, mas vai apoiar a candidata do Pros.

 

O PT lançou o nome do deputado estadual Valdir Barranco para a vaga ao Senado. Ele tem 45 anos, nasceu no Paraná, mas na adolescência se mudou com a família para Nova Bandeirantes, a 980 km da capital. Ele mora em Cuiabá há 10 anos e é formado em biologia. Atua como deputado estadual e já está em seu segundo mandato. Em Nova Bandeirantes, foi secretário Municipal de Educação e prefeito.

Ainda na noite dessa quinta-feira, o PSDB lançou a candidatura de Nilson Leitão, em Sinop. É a primeira vez que o partido lança uma candidatura no interior do estado.

 

Nilson já foi vereador, prefeito, deputado estadual e federal. Ele atua na política desde 1996. Os suplentes de Nilson ainda não foram definidos.

 

Durante encontro nesta quinta-feira (12), na sede do PP em Cuiabá, o deputado federal e líder da bancada, Neri Geller anunciou apoio partidário à candidatura de Carlos Fávaro (PSD). Na composição da chapa, o PP indicou a empresária Margareth Buzetti na primeira suplência.

 

De acordo com o presidente do PP em Mato Grosso, a escolha pela candidatura de Carlos Fávaro foi uma decisão tomada em conjunto – com o ex-ministro Blairo Maggi, o deputado estadual Paulo Araújo e lideranças da executiva municipal como Eusébio Queiroz e Vanderlúcio Rodrigues da Silva-, e se deu pelo perfil e respeitabilidade que Fávaro tem junto ao eleitorado e ao agronegócio.

 

O PSOL lançou o procurador Mauro como candidato ao Senado. Ele tem 44 anos e é natural de Cuiabá. Mauro é formado em direito e atua como servidor público. Ele já disputou outras eleições em Mato Grosso.

 

Golçalina Pereira de Souza Mello foi definida como primeira suplente e Vanderlei da Guia como segundo suplente do procurador, ambos são do PSOL.

 

O partido Novo lançou Feliciano Azuaga, de 39 anos. O candidato nasceu em Campo Grande (MS), mas é morador de Sinop há 15 anos. Ele é doutor em economia e atua como professor na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Pela primeira vez disputa o cargo para senador.

 

Feliciano terá como suplente Sérgio Ricardo Silva Antunes e o segundo suplente será Edgar Belz. O Novo não fez aliança com outros partidos.

 

Já o partido Podemos anunciou José Medeiros, de 49 anos, como candidato. José é de Caicó (RN) e se mudou para Rondonópolis para trabalhar com política há mais de 20 anos.

 

Ele é formado em matemática, direito, e foi agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Medeiros foi senador entre 2015 e 2019 e, atualmente, é deputado federal. O primeiro suplente dele será Niuan Ribeiro, atual vice-prefeito de Cuiabá, e a coronel da reserva da Polícia Militar, Zózima Matias dos Santos, como segunda suplente.

 

Também nessa quinta-feira o PSL decidiu que não terá candidato ao Senado. O partido anunciou que vai apoiar a candidatura do deputado estadual Elizeu Nascimento, lançado pelo Democracia Cristã, e indicou dois nomes para suplentes de Elizeu, sendo Zilmar Dias da Silva para primeiro e a sargento Lucélia Alves dos Santos como segunda suplente.

 

Até o começo da noite de ontem o Partido Liberal (PL) não tinha decidido se iriam ou não lançar um candidato ou se apoiariam alguma chapa.

 

O Solidariedade afirmou durante a convenção que não terá candidato ao senado e que não apoiará nenhum candidato específico, mas liberou os filiados a demonstrarem apoio nas cidades onde trabalham.

 

Eleição suplementar

A eleição para um novo senador foi definida após a cassação de Selma Arruda, por caixa dois e abuso de poder econômico na campanha eleitoral.

 

Os partidos políticos e as coligações devem solicitar ao TRE o registro de seus candidatos até o dia 17 de março.

 

Poderá participar da eleição o partido político que, até seis meses antes da data do pleito, tenha registrado seu estatuto no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tenha, até a data da convenção, órgão de direção constituído na circunscrição, devidamente anotado no TRE.

 

Havendo necessidade, o candidato escolhido em convenção partidária deverá afastar-se de cargo que acarrete inelegibilidade no dia útil seguinte à referida escolha.

 

Os partidos políticos e as coligações solicitarão ao TRE-MT o registro de seus candidatos até às 19 horas do dia 17 de março de 2020, improrrogavelmente.

 

O pedido de registro deverá ser apresentado, obrigatoriamente, em meio magnético gerado pela Sistema CANDex, acompanhado das vias impressas dos formulários Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) e Requerimento de Registro de Candidatura (RRC), devidamente assinados pelos requerentes, e demais documentos exigidos pela legislação.

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